• Autor do post:
  • Categoria do post:Artigos

O Dr. Robert Emmons, professor de psicologia da Universidade da Califórnia, Davis, e o Dr. Michael McCullough, professor de psicologia da Universidade de Miami, há muito têm se interessado pelo papel da gratidão no bem-estar físico e emocional. Eles montaram três grupos de coluntários e incumbiu-os de, aleatoriamente, focar em uma destas três coisas a cada semana: transtornos, coisas pelas quais eram gratos e eventos comuns da vida.

O primeiro grupo concentrou- se em tudo o que dava errado ou os irritava. O segundo grupo focou situações que lhes pareciam melhorar a vida, como: “Minha mãe é bondosa e cuidadosa. Tenho sorte de tê-la em minha vida”. O terceiro grupo enfocou acontecimentos diários, como: “Fui comprar sapatos”.

Os resultados: As pessoas que focarem em gratidão estavam mais felizes. Elas viam suas vidas em ângulos favoráveis. Relataram poucos sintomas físicos negativos, como dor de cabeça ou resfriado. E elas eram ativas em muitos aspectos que lhes eram bons. Pessoas agradecidas simplesmente desfrutam de uma melhor qualidade de vida.

Emmons ficou surpreso: “Isso não é apenas algo que faz a pessoa feliz, como um pensamento positivo ou otimista. Um sentimento de gratidão realmente leva a pessoa a fazer algo, a tornar-se pró-social e mais compassiva”. Este não foi o caso em nenhum dos outros grupos.

Experimente Isto:

Se você nunca manteve um diário de gratidão, faça uma tentativa por ao menos três semanas. É fácil. Escolha um caderno ou um diário em branco e, todas as noites, relate as coisas pelas quais se sentiu grato durante o dia. Seja específico e tenha em mente experiências concretas. Por que não experimentar fazer isso em família?